Durante a votação, Ranalli afirmou que o objetivo é assegurar a igualdade competitiva entre os atletas. A medida foi apoiada pela presidente da Câmara, vereadora Paula Calil (PL), que defendeu o projeto alegando não se tratar de questão ideológica, mas de critério fisiológico.
Em caso de descumprimento, federações, entidades ou clubes poderão ser multados no valor de R$ 5 mil. Além disso, caso a atleta omita ser trans, a ação poderá ser enquadrada como caso de doping e a atleta será banida da competição.