“Das 18h às 3h da manhã, foram 19 paradas cardíacas, todas contadas pelos médicos e por mim. Eu estava presente e assisti todas. Foram 19 seguidas, tinha uma, dava 10 minutos tinha outra, dava uma hora tinha mais três… A última parada durou 12 minutos”, conta. Em um momento, como Enrico não estava mais respondendo às tentativas de reanimação, a médica resolver parar. “Ela olhou para nós e falou: ‘A gente fez de tudo para salvar o Enrico. Mas não tem mais o que fazer. Acabou, seu filho morreu’. Então, começou a desconectar os aparelhos e desligou tudo da tomada. Aí o desespero bateu. A gente viu que não tinha mais jeito, realmente acabou”, recorda.