Criação de processos autodeclaratórios para obtenção de licenças;
Dispensa de licenciamento para determinadas atividades;
Renovações automáticas de licenças ambientais;
Redução do papel de órgãos federais como o Ibama e o Conama, com a transferência de competências para estados e municípios;
Exclusão de terras indígenas e territórios quilombolas não homologados como áreas protegidas nos processos de licenciamento e outras alterações.
Nas redes sociais, diversos movimentos sociais e organizações ambientais se manifestaram contra a aprovação da nova lei. O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) classificou a medida como uma “tragédia anunciada”. Já a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, também se posicionou pelas redes sociais, afirmando que a proposta aprovada pela Câmara “impõe retrocessos estruturais”.