Basicamente, a abordagem para o desenvolvimento das “quimeras humano-animais”, como são conhecidos esses doadores, envolve a criação de embriões que não possuem alguns dos genes necessários para produzir um órgão específico, como o coração. Células-tronco humanas são, então, injetadas nos fetos, na esperança de que elas formem esse tecido.