Diante das suspeitas, uma equipe médica notificou o gabinete do xerife, iniciando uma investigação mais aprofundada. Durante seu depoimento aos serviços infantis, Reynolds mudou a versão inicial e alegou que seu cachorro teria pulado sobre o bebê enquanto ele estava deitado no chão, momento em que a criança teria soltado “um grito”.
Entretanto, relatórios médicos investigados pela polícia revelaram que a explicação não correspondia à gravidade das lesões. O médico responsável afirmou que o braço do bebê apresentou uma fratura transversal — um tipo de perfuração parecido com a quebra um lápis ao meio, resultado de uma força significativa e não de um acidente doméstico simples. Além disso, as costelas fraturadas indicavam sinais consistentes de aperto ou pressão excessiva, sugerindo a possibilidade de o bebê ter sido sacudido violentamente.