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Hong Kong

O que esperar de Hong Kong em 2020: será quer Carrie Lam continua no poder?

Geral | as
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Hong Kong está sendo palco de protestos e de manifestações populares desde 31 de março de 2019 e esses últimos nove meses foram intensos para a população da ilha. Tudo começou quando a China fez um projeto de lei possivelmente legalizando a extradição de cidadãos de Hong Kong para a China.

A região é independente de 1998, depois que o Reino Unido deixou de controlá-la, mesmo fazendo parte da China, a ilha tem autonomia política, econômica e cultural. Os protestantes e manifestantes sabem que se o projeto fosse aprovado eles perderiam a sua liberdade de expressão, algo que é reprimido na China, e eles teriam um tratamento muito mais agressivo e totalitário se fossem julgados por lá.

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 Mesmo depois do projeto ter sido cancelado, a agitação nas ruas continuaram. Durante mais de 20 anos, Hong Kong teve liberdade, mas isso poderá se modificar. A região começou a querer uma separação total da ilha e isso fez com que China se tornasse mais violenta. Todas essas manifestações apresentaram um caráter violento, o qual só aumentou ao longo dos meses.

Mas o que esperar de Hong Kong em 2020? Além do aumento considerável da violência, um dos efeitos negativos foi na recessão econômica, e isso é algo a ser levado em conta, já que Hong Kong depende bastante do certo financeiro e de serviços, a região tem muitos negócios internacionais, e essa instabilidade só traz prejuízos do ponto de vista econômico.

A população de Hong Kong não se sente representada pelo o seu governo, o qual afirmam ser submisso aos desejos da China. Carrie Lam, chefe-executiva do estado atual, é acusada de sempre aceitar as decisões do governo chinês, mas ao mesmo tempo, foi ela quem conseguiu cancelar o projeto de lei que deu início aos protestos.

Especialistas acreditam que as coisas não vão se modificar até que Carrie Lam renuncie o seu governo e um representante do povo seja colocado no lugar, de forma a lutar pelos desejos dos habitantes de Hong Kong, os quais querem distância da China e volta do crescimento econômico, ou pelo menos mais estabilidade para que eles consigam viver por lá sem problemas de violência.

Nada está garantido para o futuro de região e também não se sabe o que poderia acontecer. A China poderá ainda até mesmo intensificar o uso da violência com a entrada de mais integrantes do exército na região.

 A verdade é que o governo atual de Hong Kong gostaria de manter o status quo, uma meia liberdade, a qual deveria deixar população e governo chinês feliz, mas a população não pensa mais dessa maneira, e se ela continuar a violência também irá, já que a China prometeu que uma separação só traria ainda mais sangue para a ilha.

Durante todo o ano de 2020, vamos acompanhar para ver os próximos acontecimentos e talvez responder se Carrie Lam continua ou não poder.

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