Depois de vários clamores e mobilização dos empresários ceramistas de Sinop para manter a Ponte do Machado, a Usina Hidrelétrica iniciou neste final de semana o desmonte da estrutura. A Ponte do Machado é privada, fica sobre o Rio Teles Pires, na estrada Irene, há 20 km do centro de Sinop. De madeira, a ponte encurta a distância do local de extração de argila até as olarias, onde os blocos cerâmicos são fabricados. Os empresários do setor clamaram para que a ponte não fosse removida, mas acabaram vencidos.
De acordo com a assessoria da UHE Sinop, a retirada da ponte foi discutida previamente com os principais usuários dela. A usina fez um depósito judicial com a indenização referente a estrutura. Respaldada por uma decisão judicial, a UHE Sinop ingressou na propriedade privada onde está a ponte e iniciou a remoção. A companhia afirma que não é possível a permanência da ponte porque foi construída anteriormente sem atendimento dos requisitos de engenharia, segurança, ambiental e regulatórios estabelecidos pela Agência Nacional de Águas. “A retirada da ponte não implicará em isolamento de nenhuma área por falta de acesso, considerando a existência de vias alternativas para trânsito, em especial a MT-222”, afirma a nota da UHE Sinop.
A Sinop Energia, concessionária da Usina Hidrelétrica (UHE) Sinop, informa que iniciou os trabalhos de retirada da ponte de madeira, conhecida como “Ponte do Machado”, sobre o rio Teles Pires, localizada na estrada Irene, a 20 quilômetros do centro de Sinop.
A retirada da ponte foi discutida previamente com os principais usuários dela, foi precedida de depósito judicial do valor indenizatório ao respectivo proprietário, considerando que se trata de ponte particular, está respaldada em decisão judicial autorizando o ingresso da Sinop Energia no imóvel para realização dos trabalhos preparatórios ao enchimento do lago da UHE Sinop, bem como de autorização da SEMA, levando em conta, dentre outros fatores, que não é possível a permanência da ponte porque foi construída anteriormente sem atendimento dos requisitos de engenharia, segurança, ambiental e regulatórios estabelecidos pela Agência Nacional de Águas.
A retirada da ponte não implicará em isolamento de nenhuma área por falta de acesso, considerando a existência de vias alternativas para trânsito, em especial a MT222.