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Desaparecida

Manicure está desaparecida há 2 anos em MT e família faz apelo

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O desaparecimento da manicure Sandra Godoy, de 32 anos, completou dois anos nessa quinta-feira (28). Ela sumiu no dia 28 de setembro de 2015 quando viajava de Barra do Garças, a 518 km de Sinop, para Ribeirão Cascalheira, município localizado a 1354 km da Capital do Nortão. A Polícia Civil investiga o caso e o ex-namorado de Sandra chegou a ficar dois meses preso suspeito de ser o responsável pelo desaparecimento dela.

Segundo Luis Carlos Godoy, irmão de Sandra, a família teve pouca informação do andamento da investigação por parte da Polícia Civil. Os familiares acusam o ex-namorado, que trabalha como gerente de uma fazenda, de ter envolvimento no desaparecimento da manicure. Ele negou à polícia qualquer tipo de participação no sumiço da ex.

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“Ela foi até lá [Ribeirão Cascalheira] para pegar um dinheiro com ele e passar a escritura de uma casa. Ela foi de ônibus e existem imagens de câmeras que mostram ele buscando ela na rodoviária. Ele mentiu para a polícia”, disse o irmão.

O valor do dinheiro guardado na conta da agência bancária de Sandra é o mesmo desde o dia em que ela desapareceu, de acordo com a família. O irmão cobra das autoridades uma solução sobre o desaparecimento. “Tem que achá-la, descobrir [o que aconteceu]”, declarou Luis.

Sandra tem uma filha, atualmente com 14 anos, que está morando com o pai, em Canarana, a 1299 km de Sinop.

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Sandra Godoy desapareceu no dia 28 de setembro de 2015 quando viajou de Barra de Garças, cidade onde morava, com destino a Ribeirão Cascalheira. No caminho a jovem telefonou para a filha, na época com 12 anos, informando que estava tudo bem e, depois disso, não entrou mais em contato com a família.

Na ocasião do desaparecimento alguns amigos da manicure afirmaram que ela tinha dito que viajaria para receber uma dívida. À época, Letícia Godoy, irmã de Sandra, afirmou que achava que o caso se tratava de uma emboscada.

A manicure conversou com a filha provavelmente quando parou para comer na rodoviária da cidade de Canarana. Ela falou que, quando chegasse em Ribeirão Cascalheira, avisaria a filha.

 

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