O governo de Mato Grosso deve usar quase R$ 3 milhões no combate às queimadas durante o o período proibitivo em 2017, que começa no próximo sábado (15) e se estende até 15 de setembro. D acordo com o governo, o período ainda pode ser prorrogado por causa das condições climáticas. Em 2016 e 2015 a proibição seguiu até outubro.
O prazo de proibição de queimadas é decretado todos os anos no estado porque no mês de julho começam a aumentar os focos de calor. A tendência é que se agravem em agosto e setembro por causa da estiagem, colocando em risco a saúde e a segurança da população.
O valor inestido este ano, segundo a Secretaria Estadual de Meio Ambiente (Sema-MT) é sete vezes maior que o montante gasto em 2014, que foi de R$ 428 mil.
O dinheiro deve ser investido, por exemplo, com equipes brigadistas. Em 2017, o estado passa a contar com 15 equipes. No ano passado, seis equipes atuaram em todo o estado.
“Tudo isso para tentarmos tirar a desvantagem que o estado tem no combate ao incêndio florestal”, afirmou o secretário de Meio Ambiente, Carlos Fávaro.
De janeiro a junho deste ano, Mato Grosso lidera o ranking de focos de incêndio no país, segundo levantamento do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Ao todo, até o dia 30 de junho foram registrados 5,1 mil focos em municípios do estado. Tocantins, o segundo colocado na lista, registrou 2,3 mil focos no mesmo período.