Era para ser apenas mais uma cobertura de acidente da TV Capital, filial Rede Record em Sinop. Quando um rapaz sem se identificar, com tom de ameaça, exige que o cinegrafista Francisco Herbert interrompa as filmagens, ele chegou a colocar a mão em frente da lente da câmera, o profissional da imprensa, dentro de seus direitos, não acata a ordem do homem.
Em seguida, uma aspirante da Policia Militar em meio aos populares presentes na situação, disse para o cinegrafista que se as filmagens não parassem de serem feitas, ela o prenderia, diante disso, Francisco desligou a filmadora.
A situação constrangeu a equipe que registrava o acidente de longe, sem atrapalhar o trabalho do Corpo de Bombeiros e até mesmo a Polícia Militar.
Conforme assegura a Constituição Federal, a Liberdade de Imprensa e o Direito à Informação são requisitos fundamentais da democracia e dos princípios republicanos que norteiam o estado brasileiro e o trabalho do jornalista tem por objetivo cobrir e dar publicidade imparcial aos fatos ocorridos.
Diante disso, a direção do Grupo Capital entrou em contato com o comandante de Policia Militar, e uma reunião foi marcada para esclarecer os fatos para que a Imprensa continue tendo garantias de integridade física e direito à liberdade de imprensa aos profissionais que trabalham na cobertura jornalística de todos os fatos que atingem a sociedade.